SEGURO DESEMPREGO.

O Seguro desemprego foi regulamentado no Brasil pelas leis 7998 e 8900 e é garantido a todos os trabalhadores que forem demitidos e tiveram o registro na carteira de trabalho num período de pelo menos 06 meses ou 05 meses e 16 dias, que também se considerará.

No mundo todo, ficar sem trabalhar é um grande terror para os cidadãos, pois sem trabalho, o trabalhador precisa reduzir as despesas, por ver em risco a própria sobrevivência e dignidade.
O trabalhador recebe três parcelas, se trabalhau no mínimo seis meses e no máximo onze meses, quatro parcelas, se trabalhou no mínimo doze meses e no máximo vinte e três meses e cinco parcelas, se trabalhou pelo menos vinte e quatro meses.

Por um lado, por menor que seja, o seguro é útil, pois para quem perdeu o emprego, toda ajuda é bem vinda, mas para um pai de família por exemplo, não é suficiente o seguro por um curto período, diante da dificuldade para se arrumar um trabalho em determinadas épocas.

Para resolver o problema do desemprego é preciso medidas mais conscientes, pois um seguro desemprego por apenas um curto período, de nada adianta, caso o cidadão não consiga naquele período um novo trabalho, com o risco de não ter o que comer para si e para seus dependentes.

Se vê ainda, pessoas usufruírem do seguro sem dele necessitar, pessoas que vivem por conta dos pais ou de outros parentes. Geralmente, solteiros.
Essas pessoas, na maioria dos casos, acabam forçando a barra para serem demitidas, gerando com isso, prejuízos para os empregadores e para a sociedade trabalhadora, que é quem realmente paga todas as despesas do estado.

É preciso tomar medidas para que o seguro não beneficie pessoas que deles não necessitam, para que não beneficie pessoas que forçam a barra para serem demitidas apenas para receber o seguro. É preciso que o seguro seja pago apenas a pessoas que realmente dele tenham necessidade, evitando assim, fraudes e desequilíbrio social.

É preciso garantir às pessoas que do benefício realmente necessitem, não o receba apenas por três ou cinco meses, mas enquanto realmente dele necessitar.

Todos têm direito ao mínimo necessário à sua sobrevivência.

Ninguém vive sem se alimentar, e a vida do cidadão deve estar acima de tudo.
Fala-se muito em respeito à vida, mas nem tudo que se necessita para a sua defesa é feito.

Aliás, se gasta mais com doenças e mortes do que para preservar a saúde e a vida.
O ideal é que a sociedade encontre uma solução para suprir pelo menos as necessidades básicas das pessoas que estão sem trabalhar por não conseguirem emprego.

É necessário também, evitar que pessoas aproveitadoras como mencionado anteriormente recebam o benefício, pois quem paga, não é o estado como a maioria pensa... quem paga é a própria sociedade.

Para ilustrar a necessidade de se garantir o mínimo ao trabalhador, imagine 02 empresas, uma que produz alimentos para suprir as necessidades da sociedade de seu país e até para a exportação...

Agora imagine uma que produza aço que é usado para fabricar as máquinas agrícolas que produzem os alimentos, e também para a construção civil, etc. Toda a produção, de ambas as empresas é para suprir as necessidades do país e também para a exportação.

A empresa que produz alimentos, ainda que o mundo entre em crise, não deixará de vender seus alimentos, pois todos precisam comer, mesmo em tempo de crise.

Já a empresa que produz aço, deixará de vender se houver queda na construção civil por exemplo.

Obviamente que o empregador dono da empresa que produz aço terá que demitir pelo menos parte dos funcionários, pois com a queda nas vendas, não terá como pagar seus funcionários. Isso se vê frequentemente com empresas de diversos setores.

E é justo que estes trabalhadores, que ajudaram na fabricação do aço que deu origem às máquinas agrícolas, pais de família demitidos, recebam um seguro desemprego por 03 meses, enquanto a crise pode durar 01 ou 02 anos como se tem visto?

Imagine-se na pele desses pais de família...

Toda pessoa tem direito ao mínimo para a sua sobrevivência, e este mínimo não pode ser negado ao trabalhador que de uma hora para outra se vê desempregado sem saber quando terá um trabalho novamente.

Ter garantido um mínimo para a sobrevivência é questão de dignidade e respeito à vida... 

Sem falarmos na criminalidade que a necessidade pode gerar, e, absurdamente, priva o cidadão enquanto este é cidadão, e o concede quando este se torna criminoso, que na prisão recebe alimentos, e outras assistências gratuitamente.

É preciso pensar numa fórmula que funcione, para que a dignidade e a vida sejam realmente respeitadas e que o nosso semelhante seja tratado com solidariedade, e não há uma maneira melhor do que garantir ao Pai de família um mínimo ao seu sustento.

Muitos pensam que suprir as necessidades mínimas de uma pessoa, a induz à preguiça. Mas enganam-se, pois nem só de pão vive o homem. Todo cidadão precisa se sentir digno e honrado por ser membro de sua sociedade. E não é apenas sobrevivendo que se consegue isso. A sobrevivência com uma boa alimentação por exemplo é apenas o início da dignidade e da honra, que será complementada com o convívio social e servídão à sociedade. Se sentir útil na sociedade é o que de mais valioso pode ter um cidadão, e o cidadão numa sociedade que lhe acolha, será sempre útil à essa sociedade e honrado por dela fazer parte.

Veja nos links abaixo, as leis que regulamentam o seguro desemprego.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7998.htm

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8900.htm 

 

Quem pode alterar a lei e mudar as regras do "Seguro Desemprego"?

Todos com legitimidade para alterar a lei, especialmente o povo.

O povo porém, antes de propor qualquer coisa, deve entender como funciona o dinheiro, para não se iludir achando que o mesmo cai do céu e que todos os seus desejos podem ser realizados. É este o maior desafio em que o povo se esbarra: "Conhecimento".

Postado por Administrador em 03/03/2013.


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